As eleições na Paraíba – Por Lenilson Oliveira

Enquanto a guerra das pesquisas toma conta da pré-campanha na Paraíba, tanto na corrida para o Palácio da Redenção, quanto para a Casa de Epitácio Pessoa, à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal, muito provavelmente com números ao sabor dos contratantes ou financiadores, outras nuances merecem destaque nesses tempos de definição.

Com três principais nomes concorrendo ao Governo da Paraíba, como Cícero Lucena (MDB), Lucas Ribeiro (PP) e Efraim Moraes Filho (União Brasil), cada um representando suas histórias, posicionamentos em nível nacional, heranças e espólios políticos, as atenções se voltam para as escolhas dos seus respectivos candidatos a vices, que poderão ser o fiel da balança para definir quem vai para o segundo turno.

Sim, a preço de hoje, não se pode dizer que haverá um vencedor no primeiro turno das eleições de outubro, como aconteceu com João Azevêdo (PSB), hoje pré-candidato ao Senado, que foi eleito governador da Paraíba em 2018 com 58,12% dos votos válidos, não conseguindo repetir o feito em 2022, mesmo com a “caneta na mão”.

Com um eventual segundo turno, o jogo zera e os dois que seguirão na busca dos corações e mentes dos paraibanos até 25 de outubro travarão nova luta pelo apoio do terceiro colocado – que poderá, inclusive, manter-se nulo no embate entre seus adversários na disputa inicial etapa.

Por ora, os três se concentram em fechar acordos, em cooptar o maior número de lideranças locais ou regionais, como prefeitos, vereadores e outros agentes políticos ou comunitários.

Aos eleitores – e paraibanos por extensão –, resta aguardar o resultado final que sairá das urnas e torcer para que o vencedor honre o seu posto a partir de janeiro de 2027.

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